Gestor, o quanto você se preocupa com a Qualidade de Vida de sua Empresa?

Para algumas pessoas o trabalho com qualidade de vida é trabalhar com um bom clima organizacional, benefícios e salários justos, plano de crescimento, entre outros. SUA EMPRESA OFERECE QUALIDADE DE VIDA?

Qualificar a vida no trabalho tem sido sempre um grande desafio para se administrar, não apenas para as organizações, mas também, para os próprios profissionais da área de Gestão de Pessoas, até porque, muitas vezes, as causas das dificuldades não estão no trabalho, mas sim, na própria vida.

Se pesquisarmos a fundo, iremos perceber que somente uma pequena parte das pessoas consegue apropriar-se dos benefícios que o trabalho oferece para a vida, refiro-me a qualquer tipo de trabalho, independentemente, de vínculo empregatício. Nesse sentido, abre-se um caminho muito grande para a pesquisa.

 Mas afinal, o que é um trabalho com qualidade de vida?

Para alguma pessoas o trabalho com qualidade de vida é trabalhar com um bom clima organizacional, benefícios e salários justos, plano de crescimento, entre outros. Tratando-se disso, vejo até que as empresas de um modo geral, já têm essa preocupação e também têm trabalhado nesse sentido, mesmo que ainda não tanto quanto deveriam.

Mas, e quando encontramos aquelas pessoas que associam a qualidade de vida com trabalhar menos, com menos esforço, e ainda serem bem remuneradas?

Uma forma criativa para esta análise, e também como ponto de partida para a solução, é entender que sentido tem o trabalho para estas pessoas. Uma boa parte delas foi educada a ver o trabalho como um sacrifício, como algo penoso, a começar pelo próprio nome, que vem do Latim “tripalium” (equipamento de tortura), e o fato destas pessoas verem o trabalho dessa forma, não  conseguem qualificá-lo, mesmo que seja oferecido a elas estímulos. Precisamos redefinir o seu significado e sentido, pois somente criar práticas de gestão sem esta conexão, não funcionam, pois elas são apenas ferramentas.

Não sei dizer se até hoje encontrei alguém que tenha qualificado bem o trabalho, sem ter também qualificado bem a vida. Acompanhei pessoas que trabalhavam muito, viajavam muito, tinham pouco tempo, ganhavam pouco e, mesmo assim, sentiam-se plenamente felizes com o trabalho.
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