Por que CONTROL C + CONTROL V não deve ser utilizado na Gestão de Pessoas?

A adaptabilidade nas práticas de gestão é necessária em qualquer área. Na de Pessoas, não é diferente, veja este exemplo:

Recentemente vivenciei uma experiência que achei interessante dividir por questões de "intensidade" de adaptabilidade nas práticas de gestão, devido a cultura organizacional da empresa citada.
 
A Gestão de Pessoas é muito similar a qualquer gestão, se pegarmos como exemplo o marketing: Você pode aprender todas as técnicas do marketing, como abordar o cliente, como prospectar vendas, enfim, você pode estudar as técnicas, porém, depois você vai precisar adaptar essas técnicas ao modelo de negócio de sua empresa e assim funciona também a Gestão de Pessoas.

Eu fiz uma consultoria numa empresa jovem no mercado, ela tinha menos de três anos e o empresário fundador ele tinha 22 anos de idade. Então ele viu sua empresa crescer muito rápido e em menos de dois anos ele estava faturando quase em torno de R$ 2 milhões por ano.

Como a empresa cresceu muito rápido, ele estava precisando de ajuda para fazer uma reestruturação das funções na empresa e me chamou muita atenção porque eu peguei o modelo de descrição, que corriqueiramente utilizo nas organizações similares para adaptar ao empreendimento dele, e a mudança foi de quase 90% do que estava prescrito. A forma como esta empresa desenvolvia o trabalho, a forma de se vestir, de se comunicar, entre outras coisas, era muito diferente, a começar por exemplo pela formação escolar.

O empresário falou pra mim: não! A formação escolar para nós aqui não tem a menor relevância. Comumente sabemos que é importante você ter uma formação escolar para você se posicionar dentro das organizações.

Outro fator que me chamou muito a atenção foi a linguagem utilizada para expressar os comportamentos esperados.

Dei-me conta que aquele modelo de negócio exigia uma forma totalmente diferente de ser e agir, algumas coisas até mesmo bizarras.

O crescimento do número de startups no Brasil está mudando radicalmente a forma de se administrar os negócios e consequentemente as pessoas. Para as empresas convencionais as respostas para estas questões já estão mais sólidas, já no cenário das startups elas são mais difíceis de serem formuladas. Isso porque trata-se de um modelo de negócio com diversas variáveis envolvidas e formas disruptivas de ver o trabalho. Estas diferenças estão inseridas na própria culturas desta empresas.
Vivemos um momento de muitas mudanças de comportamento organizacional onde Copiar e Colar não necessariamente irá funcionar.
 Há esse modo particular de cada organização lidar com a Gestão de Pessoas.




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